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terça-feira, 12 de abril de 2011

Lixão X Aterro

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico realizada pelo IBGE em 2000, coleta-se no Brasil diariamente 125,281 mil toneladas de resíduos domiciliares e 52,8% dos municípios brasileiros dispões seus resíduos em lixões.


Você sabe a diferença entre lixão, aterro controlado e aterro sanitário?


Um lixão é uma área de disposição final de resíduos sólidos sem nenhuma preparação anterior do solo. Não tem nenhum sistema de tratamento de efluentes líquidos - o chorume (líquido preto que escorre do lixo). Este penetra pela terra levando substancias contaminantes para o solo e para o lençol freático. Moscas, pássaros e ratos convivem com o lixo livremente no lixão a céu aberto, e pior ainda, crianças, adolescentes e adultos catam comida e materiais recicláveis para vender. No lixão, o lixo fico exposto sem nenhum procedimento que evite as consequencias ambientais e sociais negativas.



 


O aterro controlado é uma fase intermediária entre o lixão e o aterro sanitário. Normalmente é uma célula adjacente ao lixão que foi remediado, ou seja, que recebeu cobertura de argila, e grama (idealmente selado com manta impermeáveli para proteger a pilha da água de chuva) e captação de chorume e gás. Esta célula adjacente é preparada para receber resíduos com uma impremeabilização com mante e tem uma operação que procura dar conta dos impactos negativos, tais como a cobertura diária da pilha de lixo com terra ou outro material disponível, como forração ou saibro. Tem também recirculação do chorume que é coletado e levado para cima da pilha de lixo, diminuindo a sua absorção pela terra ou eventualmente outro tipo de tratamento para o chorume como uma estação de tratamento para este efluente.




A disposição adequada dos resíduos sólidos urbanos é o aterro sanitário que antes de iniciar a disposição do lixo teve o terreno preparado previamente com o nivelamento de terra e com o selamento da base com argila e mantas de PVC, esta extremamente resistente. Desta forma, com essa impermeabilização do solo, o lençol freático não será contaminado pelo chorume. Este é coletado através de drenos de PEAD, encaminhados para poços de acumulação de onde, nos seis primeiros meses de operação é recirculado sobre a massa de lixo aterrada. Depois desses seis mesmes, quado a vazão e os parâmetros já são adequados para o tratamento, o chorume acumulado será encaminhado para a estação de tratamento de efluentes. A operação do aterro sanitário prevê a cobertura diária do lixo, não ocorrendo a proliferação de vetores, mau cheiro e poluição visual.







 

segunda-feira, 11 de abril de 2011

13 curiosidades sobre a reciclagem

1 - O papel reciclado precisa de 60% menos energia e água para ser fabricado do que o papel novo.
2 - Não há limites para o número de vezes que o alumínio pode ser reciclado
3 - Garrafas de vidro recicladas podem ser transformadas em estradas, azulejos ou até mesmo pranchas de surf.
4 - Garrafas de plástico recicladas podem ser transformadas em tapetes, casacos, cercas..
5 - Latas recicladas podem ser transformadas em aviões, aparelhos domésticos, mobília...
6 - A incineração de 10 mil toneladas de resíduos pode criar apenas um emprego, enquanto a reciclagem da mesma quantidade pode proporcionar a ocupação de 40 pessoas.
7 - A energia poupada pela reciclagem de uma garrafa de vidro é suficiente para manter acesa uma lâmpada de 100 watts durante 4 horas.
8 - Uma tonelada de papel reciclado evita o abate de 15 a 20 árvores.
9 - Cada 100 toneladas de plástico reciclado evitam a extração de uma tonelada de petróleo.
10 - A reciclagem de plásticos permite poupar petróleo e gás natural, as duas matérias-primas neles mais utilizadas.
11 - Todos os tipos de papéis são recicláveis, inclusive caixas do tipo longa-vida e de papelão (menos papéis com material orgânico, claro).
12 - O isopor também é um material reciclável, embora o processo não seja economicamente viável.
13 - Mais de 160 mil pessoas vivem no Brasol exclusivamente de coletar latas de alumínio e recebem em média 2 salários mínimos por mês, segundo a Associação Brasileira de Alumínio.


Fontes: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/conteudo_239265.shtml
http://reciclagemintroducao.blogspot.com/2009/08/dicas-e-curiosidades-sobre-reciclagem.html
http://energiaebjosesaraiva.blogs.sapo.pt/29091.html

sábado, 9 de abril de 2011

13 curiosidades sobre o lixo

1 – Os mais velhos resíduos do mundo foram encontrados na África do Sul e têm cerca de 140 mil anos de idade. Esse lixo milenar – que contém ossos, carvão, fezes e resto de cerâmica – oferece informações preciosas sobre os hábitos de vida do homem antigo.
2 – No ano 500 a.C., Atenas criou o primeiro lixão muinicipal, exigindo que os detritos fossem jogados a pelo menos 1,6 quilômetros das muralhas da cidade.
3 – O inventor inglês Peter Durand patenteou a lata de lixo em 1810.
4 – Aterros sanitários representam a maior fonte de metano produzido pelo homem. A cada ano, 7 milhões de toneladas de metano vão parar na atmosfera.
5 – Os americanos produzem 212 milhões de toneladas de lixo por ano, das quais 43 milhões de toneladas são restos de comida.
6 – Isso significa 711 quilos produzidos por habitante a cada ano.
7 – No Brasil, são 88 milhões de toneladas de lixo por ano, ou 470 quilos por habitante.
8 – Das 13.800 toneladas de lixo produzidas por dia na cidade de São Paulo, apenas 1% é reciclado.
9 – Curitiba é o município brasileiro que mais recicla: 20% de todos os resíduos.
10 – No mundo, o Japão é um dos países que mais reciclam: 50% do lixo é reaproveitado.
11 – Os americanos jogam fora 50 bilhões de latas de alumínio por ano.Todas as latas desse material que foram pra o lixo nos Estados Unidos nas últimas três décadas valem quase US$ 20 bilhões.
12 – No quesito alumínio, o Brasil vai bem: é o país que mais recicla latas no planeta. Em 2004, foram 9 bilhões de latinhas reaproveitadas ou 96% da produção total do país.
13 – Em 2002, o oceanógrafo americano Charles Moore vasculhou uma área de 800 quilômetros quadrados do Oceano Pacífico e encontrou 4,5 quilos de resíduos plásticos flutuando no mar para cada meio quilo de plâncton.

Fonte: Revista Época nº 421 em 12/06/2006