terça-feira, 12 de abril de 2011

Coleta Seletiva - Conscientização (parte 2)

Estratégias do setor empresarial

• Estimular parcerias entre empresas e catadores para a gestão de resíduos sólidos com educação socioambiental;

• Fornecer infra-estrutura para a implantação de Postos de Entrega Voluntária — PEVs de materiais recicláveis e contratar catadores para atuar como educadores nesses postos;

• Apoiar programas públicos de formação de agentes socioambientais;

• Apoiar programas e ações educativas na esfera civil, coordenados por atores da sociedade, não vinculados a interesses de mercado, através da criação de um fundo empresarial e de outras modalidades de captação de recursos;

• Promover eventos segmentados para pequenas, médias e grandes empresas, para estimular o engajamento com o Programa Coleta Seletiva Solidária;

• Participar efetivamente da educação socioambiental na sua comunidade, envolvendo os funcionários das empresas;

• Estimular as empresas a realizarem pesquisas sobre o ciclo de vida de seus produtos;

• Criar um fórum de associações e de sindicatos patronais para o fomento de sistemas de coleta seletiva solidária e de outras ações de educação socioambiental;

• Incentivar as empresas para o desenvolvimento de programas e ações de educação voltadas para os três Rs e para a inclusão social dos catadores;

• Ser exemplo na destinação final de seus materiais e divulgar informações sobre a reciclabilidade desses materiais;

• Desenvolver discussões junto ao setor empresarial sobre as Políticas Nacional, Estadual e Municipal de Resíduos Sólidos;

• Contribuir de forma efetiva, criando espaços de discussão, na elaboração das Políticas Nacional, Estadual e Municipal de Resíduos Sólidos;

• Implantar um programa de coleta seletiva nas empresas que envolva associações e cooperativas de catadores;

• Divulgar instrumentos que habilitem as empresas como instituições social e ambientalmente responsáveis;

• Divulgar mensagens de conteúdo educativo, nos produtos, voltadas à economia solidária e à sustentabilidade ambiental;

• Engajar as empresas na reciclagem dos produtos fabricados;

• Engajar as empresas no desenvolvimento de pesquisas sobre o ciclo de vida dos produtos, que possam ser utilizadas para eventual redefinição de procedimentos e práticas produtivas;

• Desenvolver um debate público no meio empresarial para divulgação da Plataforma de Educação Socioambiental do Programa Coleta Seletiva Solidária.




Fonte: http://www.lixo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=140&Itemid=247

Coleta Seletiva - Conscientização (parte 1)

Estratégias de Conscientização 
As estratégias para implementação de ações e programas de Educação Socioambiental estão agrupadas em quatro conjuntos: estratégias gerais, estratégias do setor empresarial, estratégias do poder público e estratégias direcionadas aos catadores.


Estratégias gerais 

• Elaborar um glossário para unificar conceitos básicos e terminologias;
 

• Formar, capacitar e valorizar os profissionais e agentes multiplicadores envolvidos nos programas educativos, nos diversos setores da sociedade e do governo;
 

• Priorizar a capacitação dos participantes das iniciativas já existentes de coleta seletiva solidária;

• Realizar gincanas, olimpíadas, feiras culturais, oficinas de artesanato e arte;

• Elaborar campanhas e materiais para divulgação (folhetos, cartazes etc.);

• Organizar fóruns de discussão, cursos de capacitação, seminários, debates, eventos culturais; desenvolver material educativo e a abordagem porta-a-porta etc.;

• Organizar visitas monitoradas a centros, associações e cooperativas de triagem e de compostagem, a aterros sanitários e a outras unidades de aproveitamento e tratamento de resíduos;

• Definir estratégias educativas de médio e de longo prazo;

• Estimular ações que inibam o descarte ilegal;

• Articular as iniciativas já existentes e difundir experiências de educação socioambiental;

• Realizar planejamento estratégico participativo com gestão compartilhada, para garantir a implementação das ações educativas;

• Obter o apoio da mídia, sobretudo da televisão, salientando a importância de seu comprometimento com a educação;

• Formular propostas para a Política Nacional de Resíduos Sólidos, de forma a responsabilizar os geradores de resíduos.
 




Fonte: http://www.lixo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=140&Itemid=247

Lixão X Aterro

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico realizada pelo IBGE em 2000, coleta-se no Brasil diariamente 125,281 mil toneladas de resíduos domiciliares e 52,8% dos municípios brasileiros dispões seus resíduos em lixões.


Você sabe a diferença entre lixão, aterro controlado e aterro sanitário?


Um lixão é uma área de disposição final de resíduos sólidos sem nenhuma preparação anterior do solo. Não tem nenhum sistema de tratamento de efluentes líquidos - o chorume (líquido preto que escorre do lixo). Este penetra pela terra levando substancias contaminantes para o solo e para o lençol freático. Moscas, pássaros e ratos convivem com o lixo livremente no lixão a céu aberto, e pior ainda, crianças, adolescentes e adultos catam comida e materiais recicláveis para vender. No lixão, o lixo fico exposto sem nenhum procedimento que evite as consequencias ambientais e sociais negativas.



 


O aterro controlado é uma fase intermediária entre o lixão e o aterro sanitário. Normalmente é uma célula adjacente ao lixão que foi remediado, ou seja, que recebeu cobertura de argila, e grama (idealmente selado com manta impermeáveli para proteger a pilha da água de chuva) e captação de chorume e gás. Esta célula adjacente é preparada para receber resíduos com uma impremeabilização com mante e tem uma operação que procura dar conta dos impactos negativos, tais como a cobertura diária da pilha de lixo com terra ou outro material disponível, como forração ou saibro. Tem também recirculação do chorume que é coletado e levado para cima da pilha de lixo, diminuindo a sua absorção pela terra ou eventualmente outro tipo de tratamento para o chorume como uma estação de tratamento para este efluente.




A disposição adequada dos resíduos sólidos urbanos é o aterro sanitário que antes de iniciar a disposição do lixo teve o terreno preparado previamente com o nivelamento de terra e com o selamento da base com argila e mantas de PVC, esta extremamente resistente. Desta forma, com essa impermeabilização do solo, o lençol freático não será contaminado pelo chorume. Este é coletado através de drenos de PEAD, encaminhados para poços de acumulação de onde, nos seis primeiros meses de operação é recirculado sobre a massa de lixo aterrada. Depois desses seis mesmes, quado a vazão e os parâmetros já são adequados para o tratamento, o chorume acumulado será encaminhado para a estação de tratamento de efluentes. A operação do aterro sanitário prevê a cobertura diária do lixo, não ocorrendo a proliferação de vetores, mau cheiro e poluição visual.







 

Torta salgada de Casca de Abóbora com recheio de talos

Ingredientes:
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
1 xícara (chá) de talo de couve e salsa
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de casca de abóbora
1/2 pacote de queijo ralado(50 g)
1 copo de leite (250ml)
1 cenoura ralada
1/2 copo de óleo
1 cebola pequena
1 dente de alho
Sal a gosto
3 ovos

 

Modo de Preparar

Recheio:
Refogar a cebola , o alho, os talos e a cenoura.

Massa:
Colocar os ovos , a casca de abóbora, o óleo, o queijo ralado, o leite e o sal no liquidificador. Despejar a massa em uma vasilha e misturar o trigo, o recheio e o fermento em pó.
Levar ao forno por 30 minutos em fôrma previamente untada com margarina ou óleo e farinha de trigo
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segunda-feira, 11 de abril de 2011

13 curiosidades sobre a reciclagem

1 - O papel reciclado precisa de 60% menos energia e água para ser fabricado do que o papel novo.
2 - Não há limites para o número de vezes que o alumínio pode ser reciclado
3 - Garrafas de vidro recicladas podem ser transformadas em estradas, azulejos ou até mesmo pranchas de surf.
4 - Garrafas de plástico recicladas podem ser transformadas em tapetes, casacos, cercas..
5 - Latas recicladas podem ser transformadas em aviões, aparelhos domésticos, mobília...
6 - A incineração de 10 mil toneladas de resíduos pode criar apenas um emprego, enquanto a reciclagem da mesma quantidade pode proporcionar a ocupação de 40 pessoas.
7 - A energia poupada pela reciclagem de uma garrafa de vidro é suficiente para manter acesa uma lâmpada de 100 watts durante 4 horas.
8 - Uma tonelada de papel reciclado evita o abate de 15 a 20 árvores.
9 - Cada 100 toneladas de plástico reciclado evitam a extração de uma tonelada de petróleo.
10 - A reciclagem de plásticos permite poupar petróleo e gás natural, as duas matérias-primas neles mais utilizadas.
11 - Todos os tipos de papéis são recicláveis, inclusive caixas do tipo longa-vida e de papelão (menos papéis com material orgânico, claro).
12 - O isopor também é um material reciclável, embora o processo não seja economicamente viável.
13 - Mais de 160 mil pessoas vivem no Brasol exclusivamente de coletar latas de alumínio e recebem em média 2 salários mínimos por mês, segundo a Associação Brasileira de Alumínio.


Fontes: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/conteudo_239265.shtml
http://reciclagemintroducao.blogspot.com/2009/08/dicas-e-curiosidades-sobre-reciclagem.html
http://energiaebjosesaraiva.blogs.sapo.pt/29091.html

Artesanato com jornal: cesta


Material necessário:
- Jornal
- Tesoura
- Cola
- Grampeador
- Fita para o acabamento

Corte a beirada da folha para separá-la em duas.



Dobre a folha ao meio, depois ao meio novamente e por último outra vez (você deve dobrar ao meio 3 vezes) para obter uma tira de aproximadamente 4cm de largura. Você vai precisar de muitas dessas tiras.

Começe entrelaçando o centro de 4 tiras, como mostrado. Se necessário, você pode colocar um grampo ou colar para ficar no lugar.

Continue a tecer até o tamanho desejado. A cesta do exemplo tem 10 por 8 tiras.


Para fazer o lado, simplesmente dobre as tiras 90 graus e continue tecendo. Coloque as tiras bem alinhadas e seja paciente.

Nos cantos, dobre as tiras laterais e continue a tecer ao longo das bordas. É recomendável que você cole ou grampeie para ficar no lugar.


De duas em duas tiras tecidas na lateral, faça dobras alternadas, como na figura, para facilitar o trabalho.


Ao longo da borda superior, acrescente uma tira dobrada ao meio, para dar maior rigidez. As tiras que sobrarem acima, devem simplesmente ser dobradas para dentro da cesta e coladas.


Para decoração, acrescente uma fita azul clara ao longo da última tira e faça o acabamento colando uma tira azul mais escuro na borda superior.


Compostagem - 1

Compostagem PDF Imprimir E-mail

Como compostar o lixo orgânico, mesmo em pequenos apartamentos

 A compostagem é uma técnica milenar, praticada pelos chineses há mais de cinco mil anos. Nada muito diferente do que natureza faz há bilhões de anos desde que surgiram os primeiros microorganismos decompositores. Seguindo o exemplo da floresta, onde observamos que cada resíduo, seja ele de origem animal ou vegetal, é reaproveitado pelo ecossistema como fonte de nutrientes para as plantas que, em última análise, são o sustentáculo da vida terrestre. Pois bem, quando procedemos com a compostagem estamos seguindo as regras da natureza e destinando corretamente nossos resíduos.

Tradicionalmente a compostagem é vista como uma prática usual em propriedades rurais e centrais de reciclagem de resíduos. No primeiro caso é uma estratégia do agricultor para transformar os resíduos agrícolas em adubos essenciais para a prática da agricultura orgânica. No segundo é uma necessidade administrativa, que tem a intenção de diminuir o volume do material a ser gerenciado além de estabilizar um material poluente.

No espaço urbano existe a crença de que lixo deve ser recolhido pela prefeitura e despejado em algum local onde possa feder e sujar a vontade. Esta realidade perversa está sendo mudada, graças às ações práticas de alguns municípios e pelos avanços nas leis e normas ambientais em nosso país. Mas o que nós cidadãos podemos fazer em nossas casas para colaborar neste processo?

Uma coisa muito boa que podemos fazer em nossas casas e apartamentos é a compostagem. Diferentemente dos agricultores que precisam de adubos para os seus cultivos ou das prefeituras que precisam se livrar desse resíduos; nós em casa podemos começar simplesmente tentando diminuir a quantidade de lixo orgânico emitido para a prefeitura. É claro que só é possível isto em casas onde o lixo é separado.